Talvez a mais intrigante de todas as pedras preciosas, por sua capacidade de exibir simultaneamente flashes de luz multicolores. Quando em movimento, tem-se a sensação visual de um objeto vivo. Brasil e Austrália são as únicas fontes importantes de opala preciosa. Como a produção tem sido irregular, as gemas de qualidade são bastante raras e valiosas.
Cor e transparência: a base do cristal é translúcida e semitransparente, de cor branca (leitosa) a amarelada e, mais raramente, cinza ou preta, mas é a rara presença do efeito de "jogo de cores" que eleva a opala à categoria de pedra preciosa, sempre lapidada em forma de cabochon (sem facetas).
Jogo de cores: A qualidade da opala preciosa é determinada pela presença e distribuição dos flashes multicores de luz dentro dela, quando lapidada em forma de cabochon (polida sem facetas). Sua distribuição, quantidade e definição das cores irão determinar a qualidade de cada opala lapidada.
Outra variedade de opala preciosa é a opala de fogo, com grau de transparência de semitransparente a translúcida, cor variando do alaranjado a amarelado. Geralmente é lapidada com facetas.
Pioneirismo: A Amsterdam Sauer foi responsável pela promoção das primeiras produções da opala brasileira, descobertas no Estado do Piauí.